Falta de insulina no Estado preocupa diabéticos



Uma preocupação tem sido constante no dia a dia de pacientes gaúchos que sofrem de diabetes mellitus tipo 1, de caráter hereditário. A doença impede a produção de insulina pelo corpo ou o organismo não produz em quantidade suficiente, obrigando a pessoa a fazer aplicações diárias de medicação. Fornecida gratuitamente pelo Estado, a distribuição tem sofrido atraso ou mesmo interrupções. Desde janeiro, o problema tem se repetido.

A insulina glargina ou lantus, de longa duração, é capaz de manter a glicemia em valores adequados por muito mais tempo do que uma insulina normal. Com aplicação subcutânea tem uma duração total de 20h a 26h, evitando episódios de hipoglicemia (nível alto de açúcar no sangue). Para ter acesso à insulina de forma gratuita, o paciente precisa encaminhar um processo administrativo, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, com provas médicas desta necessidade, e também existem ações judiciais que obrigam o Estado a cumprir a determinação. Porém, hoje, em qualquer um dos casos, há falta de medicamento

*Márcia Sarmento - Jornal Folha do Noroeste

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